quinta-feira, 10 de abril de 2014

43.00 pessoas já desinstalaram o Firefox em protesto contra a ditadura gay da Mozila



O caso Brendan Eich, criador da linguagem de JavaScript, mostra que não importa sua inteligência, sua capacidade na área, se não concorda com a militância homossexual eles te destruirão.

Após ter feito uma doação de mil dólares em seu nome à Proposta 8, a lei que proibia o casamento gay na Califórnia. Uma campanha dentro da própria Mozila, que posteriormente ganhou o apoio da militância homossexual, fez com que o CEO pedisse demissão.

Em pronunciamento a Mozila pediu perdão por não ter tratado (demitido) o caso com mais rapidez.

Em reação, CitizenGO iniciou uma campanha para desinstalação do Firefox e envio de protestos a Mozila, em menos de uma semana já ganhou uma gigantesca adesão e não para de crescer.O que tem provocado um verdadeiro tsunami na opinião pública pelo mundo. Andrew Sullivan, um conhecido colunista gay publicou essa semana:


Esse episódio causa-me asco, como deveria causar em qualquer pessoa interessada em uma sociedade tolerante e diversa. (...) Se hoje o movimento dos direitos dos gays consiste em acusar os oponentes com um fanatismo próprio de grupos religiosos, então que não contem comigo.

Michael Barbaro, colunista do The New York Times, publicou nas redes sociais:

Nesse momento em que o movimento dos direitos homossexuais tem vencido. Esta é uma grande notícia e me leva a perguntar: A oposição ao casamento gay agora é crime?

Que não fiquemos quietos enquanto uma luta é travada contra a família. Participe também da campanha:




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Compre Black Blocs sortidos por apenas R$ 1,00

Há um histórico de trolagens no Mercado Livre, vez ou outra algum usuário cria uma conta para vender algo bastante estranho com por exemplo: Caixa de fósforo usada, ou uma Chicorita (pokemon) e até uma bíblia sagrada autografada pelos apóstolos. (veja mais aqui)

Como tenho alguns produtos para venda no site acesso-o diariamente. E foi assim que hoje na categoria de Arremates encontrei a venda um Black Block. Com direito a escolha entre os sabores de morango, chocolate, Toddynho Nesquique, sabor de fogo e Fanta Uva. E treinados e prontos para "defender ditaduras totalitarias como o Comunismo".

Vejam escolha e compre o seu:


http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-541041313-black-bloc-sortidos-_JM#!/description

Será que é dessa forma que o PSol os recrutam?

Essa zuera reacionária não tem limite! :D

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Perseguido pela esquerda venezuelano "mora" no Aeroporto Juscelino Kubitschek



O território brasileiro se tornou rota de fuga de estrangeiros que, dizendo-se ameaçados, se refugiam para escapar de perseguições políticas. No Brasil desde maio de 2011, o venezuelano Moises Roberto Boyer Riobueno, 42 anos, afirma ser um exemplo. Ele está há quatro meses  no Aeroporto JK. Abrigado nos espaços de embarque, desembarque e praça de alimentação, ele já se tornou conhecido no terminal.

 O refugiado, que se diz piloto e coronel reformado do exército, relata ter fugido da Venezuela  após denúncias que custaram a vida da esposa   e das filhas. As três foram brutalmente assassinadas, segundo ele, em 2010.   Desde então, o estrangeiro perambulou por Boa Vista, Manaus e Brasília. 

FARC
Riobueno se refugia no Brasil por causa de um episódio que tirou seu sossego. Ele  afirma ter transportado, em 2002, um guerriheiro   das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em um avião particular. Luis Edgar Devia Silva, conhecido como Raul Reyes,   segundo Riobueno, foi levado da Colômbia para Venezuela supostamente a mando do então vice-presidente, José Vicente Rangel. 

Reys morreu em 2008 em uma operação no Equador, mas desde que o refugiado relatou ter levado o guerrilheiro à Venezuela,   tem sofrido ameaças do governo chavista.

A história de  Riobueno também envolve participação na política. Ele conta ter sido deputado federal   por quatro anos, e se   candidatou a governador   pelo Partido Social Cristiano, legenda de oposição.  “Na Venezuela, o que existe é um governo fascista e ditatorial. O socialismo não funciona. Fui vítima de ameaças por grupos radicais que investem na interceptação de celular e e-mail”, garante.

Desde que chegou ao Brasil, Riobueno solicitou ao Comitê Nacional para Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da Justiça, a permanência no País por meio do refúgio. No entanto,   nunca obteve retorno. Ele possui apenas uma autorização provisória da Polícia Federal, que vence em 25 de abril. Além do   refúgio, o homem   deu entrada no auxílio alojamento.

“Não posso voltar para a Venezuela, pois me matam. Vendi meu carro para me manter aqui e minha casa está para ser confiscada. Não tenho mais nada”, lamenta. 

Em uma mochila já surrada e em uma pasta    de mão,  Riobueno carrega documentos, uma muda de roupa, objetos para higiene pessoal e fotos da família. O banho é feito na   pia do banheiro. “É um ‘banho de gato’ que faço   de madrugada. Passo uma água no corpo com uma taça”.

“Quero voar, quero trabalhar”
Durante o dia, Moises Roberto   passeia pelo saguão do aeroporto e procura ajudar   passageiros com as   bagagens. Ele não cobra pela gentileza. À noite,   ele se senta  na praça de alimentação e observa  as decolagens e aterrissagens dos aviões. “Eu me sinto como as pessoas que trabalham na limpeza do aeroporto”, compara.

Entre as idas e vindas dos aviões, o venezuelano observa atentamente cada manobra. E  confessa a vontade   de ficar no Brasil: “Quero voar, quero trabalhar”, emociona-se.

Riobueno já planeja recorrer caso o Conare recuse o pedido de refúgio. Por direito, o estrangeiro tem até 15 dias para entrar com recurso. 

Riobueno diz ter cinco irmãos, mas não possui contato com a família desde a morte da esposa e das filhas. “Eles me culpam pela morte delas. Minha mãe ainda está viva e ela também me responsabiliza por uma invasão à casa, quando tentaram   me achar”, conta. 

O venezuelano acredita que a morte da família foi uma emboscada. Ele relata que todos estavam dentro do carro dele, que era blindado. Mesmo assim,  os tiros atingiram a todos. Ele mesmo teria sido baleado oito vezes, motivo que o teria feito ficar em coma por quatro meses.

“Estou vivo por milagre de Deus, mas tive que passar por tratamento psiquiátrico para aceitar tudo isso”, confessa.

Versão Oficial
O Ministério da Justiça explica que Moises Roberto Boyer Riobueno é um solicitante de refúgio. Após a apreciação do  caso pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), ele pode ou não ser reconhecido como refugiado. Segundo o órgão, o estrangeiro fez a devida entrevista com o comitê e aguarda a apreciação do resultado pela sessão plenária do Conare, assim como os demais solicitantes de refúgio.

Nesses casos, cabe ao estrangeiro comparecer no Departamento de Polícia Federal para renovar o documento provisório de permanência no país, que tem validade de 180 dias.

O JBr. procurou a agência da ONU para refugiados, chamada de Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), mas a assessoria de imprensa destaca que o órgão não se pronuncia sobre estrangeiros cujo processos tramitam em segredo de Justiça.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Anders Breivik, um terrorista esquerdista que se disfarçou de conservador


Por Jefferson Nóbrega



Quando Anders Breivik cometeu o atentado que vitimou 77 pessoas, os meios de comunicação e principalmente a esquerda mundial não perdeu tempo em estender a culpa aos anti-jihadistas. Na época eu comentei sobre isso no artigo “Fjordman, o novo bode expiatório da esquerda” onde comentei sobre o assunto.

Mas, não foi apenas Fjordman que sofreu as consequências; nomes como Daniel Pipes, David Horowitz, Bruce Bawer, Robert Spencer e Pamela Geller foram rapidamente classificados como perigosos devido ao discurso “extremista, islamofóbico e xenófobo”.

No entanto, recentemente o terrorista de Oslo finalmente saiu do armário e revelou suas reais intenções, em uma carta ele confessou que todo o seu manifesto tinha por intenção desacreditar o movimento anti-jihad.

Agora pergunto: Você viu alguma nota sobre isso no The New York Times? Na BBC? Na AFP? Em qualquer outro jornal? Nem pergunto nos jornais brasileiros, pois neles a página “Internacional” é ridiculamente apenas a tradução dos meios citados acima.

Claro que não, a mídia esquerdista tem apenas um compromisso - não é com a verdade - com a propagação de seus ideais politicamente corretos e multiculturalistas, em outras palavras, com a destruição da sociedade ocidental.

O terrorista de Oslo encaminhou uma carta, intencionalmente ignorada, aos principais meios de comunicação explicando alguns motivos de sua “luta”.

O que Breivik quer é deportar os judeus “desleais”!

Em sua uma carta enviada aos meios de comunicação internacionais, ele se descreveu como “um guerreiro que luta pela sobrevivência da raça nórdica” e exige um território para os brancos da Noruega.

A carta é uma espécie de primeiro passo para uma “negociação de paz” com seus adversários políticos. Nesse documento ela muda completamente o tom de seu “manifesto”. Segundo o terrorista, ele usou a retórica anti-jihadista para evitar uma campanha dos meios de comunicação contra os etno-nacionalistas. Ele classifica isso com uma estratégia de “dupla psicologia”.

Segundo Breivik, o que ele busca é um “ideal nórdico puro”, pois a “raça nórdica” estaria sendo erradicada, por isso entre suas estratégias está a formação de um partido nazista. Ele também se identifica como parte do “movimento fascista da Europa”.

Anders Breivik também deixa claro na carta que “seu amor por Israel consiste unicamente por ser um lugar para onde os judeus desleais devem ser deportados”.

Ainda na carta, Anders  afirma que, apesar de perigosa é possível uma aliança com os jihadistas, especialmente com o Hamas.

Ou seja, diante de tais evidências do próprio punho do terrorista é impossível associar esse lunático aos anti-jihadistas, talvez por isso os jornais tenham ignorado essa preciosa informação. Anders Breivik nunca foi parte da direita, nunca foi um anti-jihadista, pelo contrário, é um assumido nazista disposto inclusive a alinhar-se aos terroristas do Hamas apenas para enfrentar os judeus.

Os conservadores americanos e europeus, especialmente Geert Wilders e Fjordman deveriam exigir desculpas e indenizações de todos os jornais que os associaram ao Terrorista de Oslo.

Anders Breivik é um nacional-socialista, eis o motivo do silêncio da mídia esquerdista.

As informações são do Expo Idag via Jihad Watch

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Mandela, The Elders e a Nova Ordem Mundial

Em novembro de 2009, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o 18 de julho como “Dia internacional de Nelson Mandela”. Todos os meios participaram dessa campanha hagiográfica.
Esta unanimidade midiática e proclamação da Onu, já são elementos que leva-nos a desconfiar do homenageado e sobretudo da ideologia que serve de pano de fundo para essa celebração.
Quem é Nelson Mandela?
Mandela foi Premio Lenin da Paz em 1962. Esse prêmio era entregue anualmente pela União Soviética a indivíduos que tivessem “contribuído com a paz entre os povos” (tradução política: quem tivesse servido aos interesses da URSS). O nome oficial no início era “Prêmio Stalin da Paz entre os povos”, posteriormente com a desestatização, tornou-se “Prêmio Lenin da Paz entre os povos”. Entres os laureados estão Fidel Castro e Jruschov.

  
Se Mandela não tivesse sido preso, a África do Sul por sua posição estratégica, poderia ter caído sob as garras comunistas e países como Angola e Moçambique não teriam sido capazes de escaparem dos ditadores genocidas do MPLA e Frelimo,( aliados incondicionais da URSS e de Nelson Mandela).
Após governar a nação sul-africana. Mandela deixou-a:
  • Com um quarto da população com AIDS
  • Um nível de criminalidade e violência alarmante (por exemplo, mas de 50.000 homicídios por ano em uma população com cerca de 40 milhões de habitantes) do qual as principais vítimas são os sul-africanos pobres.
  • A fuga do país de aproximadamente de um milhão de brancos (cerca de 20%) por causa da insegurança e das medidas de “discriminação positiva” para os negros. Com esses emigrantes saíram do país médicos, arquitetos, engenheiros, professores, veterinários e etc. Profissionais que poderiam fazer o país avançar, mas que são discriminados por serem brancos.
Sobre seu suposto “anti-racismo”, os negros da etnia Zulu seguem a política do CNA do qual Mandela foi presidente durante décadas. Em 2008 eles iniciaram uma série de ações violentas e xenófobas contra negros imigrantes de Moçambique, Malawi e Zimbabwe.
Apenas esses pequenos dados já são suficientes para questionar o mito Mandela, o que nos mostra a força da manipulação midiática em torno desse personagem deplorável.
Uma unanimidade que mostra o domínio da Nova Ordem Mundial
A notícia que a ONU declarou o 18 de julho Dia Internacional de Nelson Mandela e que essa resolução foi aprovada com o apoio de mais de 165 países, mostra o domínio da Nova Ordem Mundial, da qual Mandela é um personagem paradigmático.
Nelson Mandela participava de todas as iniciativas contrárias aos valores próprios da Civilização Ocidental. De modo especial da reengenharia anti-cristã, sendo líder do The Elders: “... um grupo de eminentes líderes globais, reunidos por Nelson Mandela, que oferecem sua influência e experiência para apoiar a consolidação da paz, ajudar a resolver as principais causas do sofrimento humano e promover interesses comuns da humanidade”.
Esse grupo, conforme relatado pelo Global News, é sustentado pelo bilionário Richard Branson(Virgin Group) e o músico Peter Gabriel ( Peter Gabriel The Foundation).
The Elders, como eles mesmos informam se dedicam “a forçar mudanças nas religiões tradicionais”.
Através de Mabel van Oranje, diretor-presidente do grupo, o The Elders está ligado ao Conselho Europeu de Relações Exteriores, o Fórum Econômico Mundial e com o Open Society Institute do bilionário George Soros, um dos mais conhecidos globalistas.

Além de Mandela entre os “Elders” destacam-se vários promotores do aborto e do ativismo homossexual. Eis alguns:
  • Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU; promotor do aborto e do homossexualismo.
  • Ela Bhatt, da Índia. Recebeu o Right Livelihood Award, chamado de Prêmio Nobel da Paz alternativo.
  • Lakhdar Brahimi da Argélia; ex- assessor do Secretário Geral da ONU (2004); membro do grupo de pressão política mundial: Global Leadership Foundation.
  • Gro Brundtland; ex primeira ministra da Noruega, organizou a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU; dirigiu a OMS e faz parte dos fundadores da Comissão de Governabilidade Global, pró-aborto e pró-gay.
  • Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, fundador da Comissão de Governabilidade Global.
  • Graça Machel, terceira mulher de Mandela
  • Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda e Alto Comissário de Diretos Humanos da ONU, defensor do pseudo direito ao aborto e do lobby gay internacional.
  • Desmon Tutu, o bispo anglicano abortista e pró-gay.
  • Muhammad Yunus, criador do Grameen Bank.
  • Aung san Suu Kyi, ativista política de Mianmar.
  • Li Zhaoxing, Ministro das Relações Exteriores da China comunista.
 Acredito que só os participantes do grupo fundado por Nelson Mandela já demonstre quem ele realmente era. A quem interessa essa canonização de Mandela?

Os guetos brancos da nova África do Sul



Crianças do gueto de Coration Park
 Na África do Sul, 19 anos após o fim do apartheid, o racismo faz a sua reentrada, passo a passo e pela porta oposta àquela por onde saiu.

Em Coronation Park, um bairro de lata dos arredores de Joanesburgo, vivem 300 pessoas, entre as quais, 75 crianças – todas brancas.

Sem eletricidade nem água corrente, os habitantes de Coronation Park atribuem a sua miséria à crise mas também à discriminação positiva imposta no país.

Lamento dizê-lo, porque isto é racista, mas eu não sou racista, mas os negros estão em primeiro lugar, depois vêm os brancos. E mesmo brancos com elevadas qualificações não conseguem um lugar de responsabilidade na África do Sul”, lamenta uma habitante do bairro.

De facto, na África do Sul, em nome da “emancipação económica dos negros” estes são prioritários no acesso aos empregos, mesmo que tenham menos qualificações do que os brancos que aspirem ao mesmo posto.

Um homem explica: “O apartheid foi um problema mas a verdade é que este é o único país do mundo onde a maioria tem direito a ‘discriminação positiva’. A ‘discriminação positiva’ existe na América e em muitos outros lados, mas este é o único país onde ela se aplica à maioria.

Os africâneres, isto é, os brancos sul-africanos, são cerca de 4 milhões, num país de 50 milhões de habitantes. Estima-se que cerca de 450 mil brancos vivam hoje em bairros de lata e em condições de pobreza extrema, na África do Sul.

Para assistir ao vídeo dos guetos brancos acesso o site da EuroNews

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A farsa terrorista chamada Nelson Mandela



Pouca gente sabe, mas a libertação de Mandela em 1990 foi parte de um acordo com a família Rockefeller. Eleito Presidente da África do Sul, Mandela assinou uma declaração dando toda a concessão de exploração de diamantes para a família Rockefeller, mantendo os negros africanos ainda como escravos nas minas de diamantes (um pouco dessa realidade é mostrada no filme Dia...mante de Sangue, que tanto desagradou Mandela). Em 2006 foi publicado no journal The New Republic uma reportagem sobre a participação do Sr. Mandela nas minas de diamante.

A reportagem está aqui:
http://www.newrepublic.com/article/mandela-diamond-shill

Descobertas recentes mostram que Nelson Mandela foi vinculado ao Partido Comunista da África do Sul (SACP) no inicio dos anos 60, quando se tornou o primeiro comandante da organização guerrilheira Umkhonto we Sizwe (Lança da Nação).

A reportagem está aqui:
http://www.opendemocracy.net/stephen-ellis/mandela-communism-and-south-africa

Mandela sempre foi adepto de quatro tipos de ação violenta: sabotagem, guerrilha, terrorismo e revolução aberta. (Cf. Paulo Yazigi Sabbag, Resiliência. Elsevier Brasil, 2012) e chegou a ordenar o famoso bombardeio da Church Street, na hora do rush para maximizar as baixas de mulheres, crianças e bebês Africaner (brancos da África do Sul).

A reportagem está aqui: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=22477#ixzz1U3q6lIW8

Depois de chegar ao poder, legalizou pela primeira vez o aborto, e começou a promover a agenda gay no país: Vejam aqui: http://www.lifesitenews.com/news/archive/ldn/2007/jul/07072303 e também, aqui: http://www.highbeam.com/doc/1G1-20118699.html

Saibam mais no Amigos da Direita

Genocídio dos brancos sul-africanos Mais de 72 mil bôeres foram brutalmente assassinados na África do Sul de acordo com o site Afrikaner Genocide Museum. Por conta da afinidade ideológica entre os genocidas e a imprensa mainstream politicamente correta, o silêncio prevalece, e o racismo fomentado pela esquerda continua fazendo mais e mais vítimas. Há um relatório no Daily Mail em torno da situação na África do Sul que revela algumas estatísticas perturbadoras em tornos dos agricultores afrikaner. (N. do E.: Para saber mais, leia o artigo África do Sul à beira do genocídio e da ditadura comunista).

Só no mês passado ocorreram 25 assassinatos de proprietários rurais brancos e mais de 100 ataques. Enquanto isso, os grupos de protestos afrikaner alegam que mais de 4 mil agricultores brancos foram assassinados desde que (o comunista) Nelson Mandela chegou ao poder.

No ano passado, o presidente sul-africano Jacob Zuma foi filmando a cantar uma canção que continha a frase "Disparem Sobre o Boer".

No encontro centenário do Congresso Nacional Africano (ANC, em inglês) que decorreu no ano passado, Zuma foi filmado a cantar uma assim-chamada "canção de luta" chamada de "Kill de Boer" ("Boer" é o antigo nome dado à maioria da população branca Afrikaner). À medida que os membros sêniores do ANC aplaudiam ao ritmo da música, Zuma cantou:

"Vamos atirar contra eles Eles irão fugir
Atirem sobre o Boer Atirem contra eles.
Eles irão fugir Atirem contra o Boer
Vamos atingi-los Eles irão fugir
O Cabinet irá disparar contra eles
Com a metralhadora
O Cabinet irá disparar contra eles
Com a metralhadora"

E o rival político de Zuma, Julius Malema, fala abertamente dos seus desejos de expulsar os agricultores afrikaner para fora das suas terras:

Malema, para além de querer a nacionalização das lucrativas minas sul-africanas, quer também que todas as terras pertencentes aos agricultores brancos sejam confiscadas sem que haja lugar a qualquer tipo de compensação.

De uma forma ameaçadora, Malema, de 32 anos, que caracteristicamente usa uma boina e tem um grande apreço por relógios da marca Rolex, prometeu este mês que o seu novo partido irá tirar as terras que estão nas mãos dos brancos - sem qualquer tipo de compensação - e entregá-las aos negros. Elz afirmou que "nós precisamos das terras que foram tiradas ao nosso povo, e nós não iremos pagar por elas".

É interessante que Malema alegue que as terras foram tiradas ao seu povo. Os habitantes originais da África do Sul eram os caçadores e coletores Khoisan. Em 1652, quando chegaram ao continente africano, os afrikaners estabeleceram-se na parte ocidental da África do Sul, tomando o lugar dos Khoisan. O povo Xhosa (grupo étnico ao qual pertencem Nelson Mandela e Desmond Tutu) havia entretanto avançado para a costa leste, empurrando eles mesmos os Khoisan para fora das suas terras. Os próprios Xhosa foram eles mesmos empurrados ainda mais para o oeste devido à pressão colocada sobre eles pela migração dos Zulos. Dito de outra forma, os Xhosa tomaram as terras dos Khoisan e os Zulos tomaram as terras dos Xhosa numa séria de migrações.

O artigo do Daily Mail fala também da comunidade Afrikaner que se encontra em Kleinfontein. Este é um lugar onde os Afrikaneres podem viver sem medo do crime violento: Mais importante ainda, num país onde ocorrem 60 assassinatos todos os dias, não há roubo armado, assassinatos ou violação em Kleinfontein. ‘Uma idosa pode levantar dinheiro duma caixa registadora aqui sem qualquer tipo de medo,’ afirmou Marisa Haasbroek, residente local e mãe de duas adolescentes e a minha guia durante a manhã. ‘É seguro, tranquilo e pacífico.' (Do blog OZ Conservative.) * * *

Onde está a condenação internacional ao racismo sul-africano?

Foi reportado há algum tempo que as candidaturas para pilotos-cadete provenientes de homens brancos não serão mais aceites pela South African Airways (SAA). O porta-voz da SAA, Kabelo Ledwaba, afirmou que o programa de treino para cadetes estava a ser publicitado online como uma iniciativa que visava ajustar a demografia entre os pilotos com a composição demográfica do pais no geral. Apenas 15% dos pilotos da SAA são negros, e isto inclui indianos e os coloridos. Os restantes são brancos, e 91% são homens. Ledwaba disse que a SAA aceitaria pilotos brancos masculinos quando aparecessem vagas que não pudessem ser preenchidas com pessoas de outras raças. Foi perguntado o porquê das candidaturas dos brancos estarem a ser rejeitadas de modo consistente. Um pai irritado ligou ao jornal Beeld para se queixar do fato do seu filho, que tinha licença de piloto comercial e cumpria os critérios educacionais e físicos, ter sido rejeitado apenas e só por ser branco.

Tomando as palavras do pai como base para a sua investigação, o jornal enviou candidaturas falsas à SAA. Depois da informação ter sido cruzada e verificada, o jornal apurou que o formulário online havia sido programado para rejeitar aplicações provenientes de brancos. (Do Fin24.com) * * *

Como seria de esperar, não há condenação internacional a este óbvio caso de racismo, uma vez que o grupo étnico/ideológico que está a ser discriminado não faz parte dos "grupos protegidos" pela esquerda militante. No mundo ocidental atual, o homem branco, heterossexual, judeu ou cristão (ou mesmo ateu) é um cidadão de segunda, embora ele tenha sido o arquiteto dessa mesma civilização.

Traduções e comentário: blog O Marxismo Cultural